Livros paradidáticos, ludicidade e ensino de Botânica
Livros paradidáticos, ludicidade e ensino de Botânica
C. L. Ribeiro,Rosangela Marques Romualdo Tristão,2 Authors,J. Peixoto
Abstract
As estratégias educacionais constituem-se como fundamentos para a promoção de uma educação integral, compreendida como um processo que ultrapassa a mera transmissão de conteúdos e busca a formação crítica e autônoma dos sujeitos. Nesse contexto, a formação de leitores e escritores na educação básica torna-se condição indispensável para o desenvolvimento das competências necessárias à inserção ativa no processo de ensino e aprendizagem. O presente estudo, de natureza bibliográfica e abordagem narrativa, teve como objetivo discutir a relevância dos livros paradidáticos e da ludicidade no ensino de Botânica. Para tanto, foram consultadas bases de dados científicas de ampla circulação — Google Acadêmico, SciELO (Scientific Electronic Library Online) e BDTD (Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações) —, utilizando-se os descritores: ludicidade, contação de histórias, construção de histórias, ensino de ciências e ensino de botânica. Constatou-se que os livros paradidáticos, inclusive a Coletânea “Florinha do Cerrado” se configuram como instrumentos pedagógicos que favorecem a construção de ambientes lúdicos, capazes de articular ciência, linguagem e imaginação. Tal perspectiva contribui para enfrentar a chamada “invisibilidade botânica”, promovendo maior aproximação dos estudantes com o universo das plantas. Conclui-se que a relação entre paradidáticos, ludicidade e ensino de Botânica carece de aprofundamento teórico e metodológico, a fim de consolidar práticas inovadoras que potencializem a aprendizagem significativa e fortaleçam a formação crítica.
